RCD Mallorca mergulha em um atoleiro de rebaixamento
O RCD Mallorca encontra-se em uma posição precária. Em 30 de janeiro de 2026, o clube insular escorregou para a temida zona de rebaixamento da LaLiga. Essa reviravolta aconteceu após um tenso empate 1-1 entre Getafe e Girona, empurrando o Mallorca para os últimos três lugares por uma margem mínima. As implicações são profundas, com sérias repercussões financeiras à espreita se não conseguirem sair do perigo.
A recente queda tem sido nada menos que dramática. Uma série de atuações ruins preparou o terreno para esta crise. Derrotas para Girona e Rayo Vallecano no início de janeiro mostraram um time lutando para encontrar forma. Um breve lampejo de esperança veio com uma emocionante vitória por 3-2 sobre o Athletic Bilbao, mas foi rapidamente extinto por uma desmoralizante derrota por 0-3 nas mãos do Atletico Madrid. Agora, com 21 pontos em 21 jogos, o Mallorca ocupa a 18ª posição, assombrado por uma diferença de gols negativa.
A crítica está aumentando em relação aos apoiadores americanos do clube. Fãs e especialistas estão clamando por uma injeção de fundos muito necessária. A falta de investimento é evidente, e há crescentes demandas por uma figura gerencial dinâmica—alguém como Jurgen Klopp ou Xavi Alonso—para conduzir o time de volta à segurança. As apostas são altas, pois o rebaixamento não apenas prejudicaria o prestígio do clube, mas também impactaria severamente suas fontes de receita.
A próxima partida contra o Sevilla apresenta tanto um desafio quanto uma oportunidade. À medida que o Mallorca se prepara para sediar este jogo crucial, a pressão é palpável. Uma vitória poderia reacender suas esperanças de sobrevivência e inspirar confiança entre os torcedores. No entanto, o espectro do fracasso paira sobre eles, e a necessidade de uma liderança decisiva e novos talentos é mais urgente do que nunca. O caminho para a segurança está repleto de obstáculos, mas a batalha pela sobrevivência apenas começou.
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